MPXII em parceria com o Google



O Museu Pio XII em parceria com o Google registou o seu dominio para estar presente na internet. No presente as tecnologias de informação ajudam a divulgar a nossa imagem e história que temos para mostrar e contar, bem como ressalvar uma identidade própria da nossa cultura. Assim o dominio www.museupioxii.com passa a estar registado e ajudando a nossa divulgação e a nossa organização estrutural. Novos contactos (caixas de correio) e o nosso espaço próprio na internet.

Novos contactos:

Museu - geral@museupioxii.com

Director - director@museupioxii.com

Serviços Educativos - educativos@museupioxii.com

Gabinete de Restauro- restauro@museupioxii.com

DPT Informático MPXII.

Criação de uma base de dados

"Criação de uma base de dados", um projecto do Instituto de História e Arte Cristãs da Arquidiocese de Braga, subsidiado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional – Norte (CCDR-N).


Como em devida altura se anunciou, estava prevista a publicação de oito livros (dois sobre colecções do Museu Pio XII – a colecção de pintura e a de numismática; os outros seis sobre as Igrejas que nos propúnhamos inventariar, a saber: Nª S.ora da Oliveira, S. Domingos e Santos Passos, todas no Arciprestado de Guimarães; Matriz da Póvoa de Varzim; Matriz de Esposende e Museu de Arte Sacra; Caxinas). Igualmente nos propúnhamos criar, para cada uma das Igrejas, um desdobrável. Depois, era nosso propósito colocar em cada Igreja um quiosque multimédia onde a informação obtida com o processo de inventariação seria disponibilizada ao público.


Finalmente, dissemos que a base de dados seria colocada no Museu Pio XII, onde também se instalaria uma página Web. Pois bem, é chegada a hora de mostrarmos tudo isso: os oito volumes, os seis desdobráveis, a base de dados, os quiosques multimédia, a página Web. A primeira sessão de apresentação ocorrerá, como no convite se anuncia, no próprio Museu Pio XII, no dia 28 de Dezembro de 2007, às 15h. Depois, faremos uma sessão de apresentação em cada um dos arciprestados envolvidos no projecto, sendo que a seguinte ocorrerá em Guimarães, na S.ora da Oliveira, no dia 7 de Janeiro, às 15h. Das restantes daremos notícia atempadamente.


Grato pela divulgação da notícia e, mais ainda, pela presença no próximo dia 28 de Dezembro, aproveito para desejar umas óptimas festas.


O Director do IHAC (Instituto de História e Arte Cristãs),


Cón. José Paulo Leite de Abreu



Remodelação da exposição




"A nova exposição!"

O Museu Pio XII renovou a sua exposição permanente. Novas peças e instrumentos estão presentes nesta exposição. Peças do período do Paleolítico, Epipaleolítico, Mesolítico, Neolítico etc... O conhecer da história está bem presente e constante nesta exposição. Não deixe de visitar e enriquecer os seus conhecimentos...

Exposição João Paulo II No Sameiro - 25 anos depois...



“João Paulo II no Sameiro … 25 anos depois”




Quando as pessoas nos tocam pelo exemplo de vida, pela coerência com que defenderam os seus ideais – no caso, os do Evangelho -, pela bondade que lhes preenchia o coração e no agir se lhes espelhava, quando tudo isto acontece, não perecem. Ficam dentro de nós envoltas em afecto; preenchem a nossa memória aureoladas de doçura; falamos delas com gratidão e apreço.
O Papa João Paulo II enquadra-se no cenário descrito. Ou não tivesse ele sido um portento de fé, um coerente representante de Cristo, um gigante da Igreja, um Apóstolo incansável, um intrépido defensor da vida, da dignidade da pessoa humana, dos “menos” da sociedade, do amor, do perdão, da justiça e da paz.

O coração não lhe cabia no Vaticano. O zelo de pastor impelia-o a encurtar distâncias. A vontade de espalhar a Boa Nova multiplicava-lhe as viagens. O desejo de estar próximo, animando, incentivando, exortando punha-o nas estradas do mundo. E chegou mesmo até nós, até esta Bracara Augusta do extremo ocidental europeu.
Foi há 25 anos, a 15 de Maio. O nevoeiro empurrou-o para a estação do caminho-de-ferro. O entusiasmo dos bracarenses e de inúmeros forasteiros animou-o na viagem para o Sameiro. E quando lá chegou, a montanha explodiu de alegria, cantou a “Roma Eterna”, vestiu-se de branco e amarelo, acotovelou-se para estar mais perto de um Papa tão próximo.

João Paulo II celebrava o seu aniversário natalício a 18 de Maio. Faria (ou faz?!) hoje 87 anos. Mas como ele pertence ao género dos imortais, estamos aqui para o festejar, para dar graças pelo dom da sua vida, pelo contributo que deu à humanidade, pela honra que há 25 anos nos concedeu.

Prestamos-lhe esta homenagem do jeito possível, ou seja, através de uma exposição de fotografias, evocativas de tão sublime momento; e através de uma Eucaristia, presidida por Sua Ex.cia Rev.ma o Senhor Dom Eurico Dias Nogueira, o Arcebispo que então acolheu na nossa Arquidiocese o Sumo Pontífice.

As fotografias saíram da máquina fotográfica de Mário Faria; foram zelosamente guardadas e disponibilizadas para esta exposição por Luís Machado. O tratamento – para efeitos expositivos – envolveu muita gente: antes de mais, o Arquitecto Gerardo Esteves, o fotógrafo Luís Machado e as filhas Ana e Ivone – todos da foto S. Vicente, a Zef color L.da e a Disomol molduras L.da. Ainda o pessoal deste Museu Pio XII.

Para além dos patrocínios da Foto S. Vicente, da Disomol e da Zef color, este evento terminará com um verde de honra gentilmente preparado e patrocinado pelas Frigideiras do Cantinho. A todos agradecemos penhorados.

Uma palavra de gratidão ainda para a Confraria do Sameiro, que atenciosamente nos cedeu, para que os pudéssemos expor, o círio que o Papa deixou no Sameiro, bem como o solidéu que na altura trazia.
O maior dos agradecimentos vai para todos vós que, com a vossa presença, dais corpo e brilho a estas celebrações.
Que o Papa João Paulo II vos obtenha a recompensa!

Permitam-me conclua com um excerto de uma crónica publicada no jornal Correio do Minho no dia 16 de Maio de 1982, o autor dela reportando-se ao modo como entusiasticamente foi cantado o hino ao Papa, composto por Manuel Faria e intitulado “benvindo, benvido a Portugal”. Comentava então o cronista:

“Que importam as vozes roucas – e eram tantas, meu Deus – que importa cantar fora do ritmo, que importa não saber exactamente a letra do hino que se canta? Importa, e importou, saber sim, em plenitude, que havia comunhão de ideias, de sentimento, de fé, de amor.
«Totus Tuus», afirmavam milhares de letreiros. E era verdade. Os minhotos […], no alto do agreste monte do Sameiro, foram todos do Papa. E o Papa foi todo deles”.

Caso para acrescentar: e continua a ser nosso!


O director do museu,


Dr. Cónego José Paulo Abreu